Inteligência Artificial – Educação Adventista e Tecnologia https://adventista.adv.br colégio adventista, educação adventista, tecnologia, inteligencia artificial Wed, 01 Oct 2025 18:54:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 247382687 Minas Gerais testa uso de inteligência artificial em autorizações para lecionar a título precário https://adventista.adv.br/minas-gerais-testa-uso-de-inteligencia-artificial-em-autorizacoes-para-lecionar-a-titulo-precario/ https://adventista.adv.br/minas-gerais-testa-uso-de-inteligencia-artificial-em-autorizacoes-para-lecionar-a-titulo-precario/#respond Tue, 30 Sep 2025 21:05:31 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3309 A Secretaria de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) iniciou a utilização de inteligência artificial (IA) no processo de autorização para lecionar em caráter precário (ATL/SIAUT), adaptando um sistema até então conhecido como Certificado de Avaliação de Títulos (CAT). A partir de agora, ferramentas como o ChatGPT-5 e sistemas de Document Intelligence, desenvolvidos pela Prodemge, passam a auxiliar a análise de diplomas, históricos escolares e demais documentos dos candidatos.

Inicialmente, a tecnologia será testada em duas Superintendências Regionais de Ensino — Pará de Minas e São Sebastião do Paraíso — operando em paralelo ao método tradicional de avaliação. Essa etapa de validação permitirá comparar os resultados entre o trabalho humano e o da IA, com o objetivo de aferir sua precisão antes de ampliar o uso para todo o estado.

O uso dessa tecnologia promete tornar o processo mais ágil, reduzir a carga de trabalho das regionais e tornar o serviço mais acessível ao cidadão. Nosso modelo atual suporta cerca de 50 mil pedidos anuais, e a expectativa é que a IA torne o procedimento mais eficiente e confiável.

Apesar de automatizar grande parte da avaliação documental, os servidores continuarão envolvidos no processo nesta fase inicial, garantindo supervisão e controle. Caso a IA apresente alta precisão, o sistema poderá evoluir para um formato totalmente digital e autônomo.

Cabe lembrar que a autorização para lecionar “a título precário” é uma certificação que permite que profissionais cujas formações sejam em áreas distintas possam ministrar disciplinas correlatas. Esse processo é gerido pelo SIAUT, sistema oficial da SEE/MG dedicado à tramitação dessas solicitações.

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Nova plataforma oferece cursos gratuitos de IA, robótica e inovação para alunos do ensino médio https://adventista.adv.br/nova-plataforma-oferece-cursos-gratuitos-de-ia-robotica-e-inovacao-para-alunos-do-ensino-medio/ https://adventista.adv.br/nova-plataforma-oferece-cursos-gratuitos-de-ia-robotica-e-inovacao-para-alunos-do-ensino-medio/#respond Tue, 30 Sep 2025 21:01:24 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3307 Estudantes do ensino médio — inclusive de cursos técnicos — agora têm acesso a uma plataforma inovadora e gratuita com cursos focados em tecnologia, robótica, inteligência artificial e inovação. Com certificação reconhecida para currículo ou portfólio, essa iniciativa busca aproximar jovens de áreas com forte demanda no mercado tecnológico.

A plataforma, chamada Nativos do Futuro, foi criada pelo Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações) em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e com apoio da Finep. Ela oferece cursos abrangendo temas como IA, robótica, programação, cidades inteligentes e sustentabilidade. Segundo Guilherme Marcondes, vice-diretor do Inatel, os conteúdos são selecionados com curadoria científica para garantir relevância e alinhamento com as tendências de tecnologia.

O modelo pedagógico adotado mescla videoaulas, podcasts e séries audiovisuais, com o objetivo de democratizar o ensino tecnológico no Brasil. A previsão é disponibilizar 136 videoaulas, 168 e-books, 84 episódios de TV e 40 podcasts até o final do ano. Muitos perfis e módulos já estão ativos, enquanto alguns ainda estão em fase final de produção.

A iniciativa também quer reverter a queda no interesse por carreiras tecnológicas: atualmente, apenas cerca de 12% a 15% dos jovens demonstram tendência a seguir essas áreas. Com incentivos e oferta acessível, espera-se atrair de 15 mil a 20 mil novos estudantes para tecnologia.

Qualquer aluno com acesso à internet pode participar — não há custo. Além dos cursos, a plataforma organiza olimpíadas tecnológicas, atividades práticas e experiências criativas. Os alunos podem acessar via computador, tablet ou celular, e versões offline estão planejadas para regiões com conectividade limitada.

Para mensurar o impacto, o Inatel acompanhará indicadores como número de inscritos, taxas de acesso e conteúdos mais buscados. A instituição mantém diálogo com escolas, sobretudo no Sudeste, para divulgar a iniciativa e integrá-la ao novo ensino médio. Diferenciando-se de outras plataformas, o sistema oferece trilhas de aprendizagem sugeridas para orientar a progressão dos alunos.


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Minecraft como ferramenta para capacitar estudantes em tecnologia https://adventista.adv.br/minecraft-como-ferramenta-para-capacitar-estudantes-em-tecnologia/ https://adventista.adv.br/minecraft-como-ferramenta-para-capacitar-estudantes-em-tecnologia/#respond Mon, 29 Sep 2025 19:41:59 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3304 A Faculdade Anhanguera firmou recentemente uma parceria com a Microsoft para oferecer cursos gratuitos e online focados em tecnologia, inovação e educação. Um dos diferenciais dessa iniciativa é o uso educativo do Minecraft, ferramenta que permite aos alunos atuar em ambientes virtuais guiados, resolver desafios e praticar programação dentro do jogo.

Como o Minecraft é aplicado na educação

No ambiente Minecraft Education, os professores propõem tarefas estruturadas nas quais os estudantes podem programar agentes usando o Code Builder, construindo soluções colaborativas e simulando cenários reais. O objetivo é desenvolver habilidades como pensamento lógico, trabalho em equipe, comunicação e criatividade.

Algumas atividades incluem:

  • Automação e lógica: programar personagens para coletar e construir usando loops e condicionais.
  • Introdução a linguagens de programação como Python, JavaScript e MakeCode.
  • Projetos interdisciplinares: simulações urbanas ou ambientais para discutir sustentabilidade e planejamento.
  • Revisão gamificada: utilização de missões dentro do jogo para reforçar conteúdos de história, geografia e ciências.

Benefícios e motivações da tecnologia educativa

Com base em estudos de mercado, empresas brasileiras relatam dificuldade para encontrar profissionais capacitados para novas tecnologias. Nesse contexto, a proposta tem grande relevância para fortalecer currículos acadêmicos e aumentar a empregabilidade dos participantes.

Para as instituições envolvidas, o uso do Minecraft e outras ferramentas digitais representa uma forma de preparar estudantes para desafios contemporâneos, ao mesmo tempo em que democratizam o acesso ao conhecimento tecnológico.


Fonte: CNN Brasil — “Como o Minecraft pode capacitar estudantes em tecnologia” (28 de setembro de 2025)

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UFMG promove webinário sobre ecossistemas de aprendizagem e inteligência artificial https://adventista.adv.br/ufmg-promove-webinario-sobre-ecossistemas-de-aprendizagem-e-inteligencia-artificial/ https://adventista.adv.br/ufmg-promove-webinario-sobre-ecossistemas-de-aprendizagem-e-inteligencia-artificial/#respond Mon, 29 Sep 2025 19:37:48 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3301 A Diretoria de Educação a Distância e Educação Digital (DEDD) da UFMG realizará, na quarta-feira, 1º de outubro, o webinário “Ecossistemas de aprendizagem com IA: conectando saberes, tecnologias e pessoas”. O evento terá início às 14h e será ministrado pelo professor Ronaldo Corrêa Gomes Júnior, da Faculdade de Letras da universidade e do programa de pós-graduação em Estudos Linguísticos. A transmissão ocorrerá ao vivo pelo canal da DEDD no YouTube, e o vídeo ficará disponível posteriormente para acesso remoto.

Essa iniciativa faz parte do projeto Conversas em Rede: diálogos sobre a educação a distância e digital, que promove debates sobre temas relevantes para a formação digital e a inovação no ensino. Entre os tópicos previstos estão as possibilidades e limitações das tecnologias de inteligência artificial; os impactos distintos para diferentes perfis estudantis; o uso de recursos educacionais abertos; práticas colaborativas; e a promoção da democratização da autoria, valorização de diferentes línguas e saberes, visando ampliar oportunidades de aprendizagem.

Para o professor organizador, debater ecossistemas de aprendizagem com IA vai além do mero uso instrumental de ferramentas tecnológicas. É essencial refletir sobre quem tem acesso a essas tecnologias, quem pode ser excluído por conta delas e quais epistemologias ficam silenciadas ou deslegitimadas nesse processo. Assim, segundo Ronaldo Gomes Júnior, o objetivo é alinhar a transformação digital da educação com princípios de equidade, diversidade e responsabilidade social.

Além de docente na área de Linguagem e Tecnologia, o professor coordena o Laboratório Delta (Design, Educação Linguística e Tecnologias Digitais), que atua com pesquisa em linguagem, tecnologia digital, design educacional e inteligência artificial responsável.

O webinário é aberto ao público em geral e concederá certificado de participação para aqueles que registrarem presença durante a transmissão.

O projeto Conversas em Rede, iniciado em maio de 2024, organiza um ciclo periódico de webinários com foco em educação digital e ensino remoto. A DEDD realiza quatro edições por ano, cada uma abordando aspectos emergentes da educação tecnológica e digital, com o intuito de apoiar práticas pedagógicas inovadoras e a formação contínua de profissionais da área.


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Professor da USP alerta para equilíbrio entre avanço e limites da IA na Educação https://adventista.adv.br/professor-da-usp-alerta-para-equilibrio-entre-avanco-e-limites-da-ia-na-educacao/ https://adventista.adv.br/professor-da-usp-alerta-para-equilibrio-entre-avanco-e-limites-da-ia-na-educacao/#respond Mon, 29 Sep 2025 19:33:13 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3299 O professor José Eduardo Santarem Segundo, da USP, vem estudando os impactos da inteligência artificial (IA) e alerta que seu uso deve caminhar com critérios éticos e responsabilidade, especialmente na Educação. Segundo ele, embora a IA apresente oportunidades de inovação, seus riscos — como a desinformação e a dependência tecnológica — demandam reflexão cuidadosa.

Santarem conta que se envolveu cedo com tecnologia e, após trabalhar como programador, aprofundou-se na Ciência da Informação e Biblioteconomia. Durante um pós-doutorado no Canadá, decidiu dedicar sua carreira ao estudo da IA e, ao retornar ao Brasil, percebeu que seu uso ainda era tímido no meio acadêmico.

O papel transformador da IA na Educação

Para ele, a IA já transformou a forma como consumimos informação. Ferramentas atuais permitem que estudantes acessem materiais em outras línguas, convertam textos para formatos acessíveis (como fontes ampliadas ou linguagem de sinais), ou extraiam insights de grandes bancos de dados. Ele ressalta que essas capacidades também são úteis para inclusividade, beneficiando alunos com deficiências. No entanto, alerta que essas transformações não devem apagar o papel humano no processo educativo.

Riscos associados ao uso indiscriminado

Santarem enfatiza que o uso descontrolado da IA pode gerar prejuízos. Ele teme que muitos deixem de exercitar a própria capacidade de pensar: “se você passa a depender da IA para tudo, perde autonomia intelectual”. Ele também destaca o perigo de gerar respostas imprecisas ou superficiais, pois a IA depende de dados precedentes — e, se alimentada por fontes incorretas ou enviesadas, repete erros.

Outro risco apontado é a proliferação de dados sintéticos (conteúdo gerado por IA). Ele projeta que, no futuro, grande parte dos materiais usados para treinar novas inteligências será gerada por máquinas, comprometendo a originalidade e a credibilidade das informações. Esse ciclo pode gerar um tipo de “efeito espelho”, onde os erros se amplificam.

O caminho da “IA com controle”

Apesar das objeções, Santarem não defende a negação completa da tecnologia. Ele acredita que a revolução trazida pela IA deve ser guiada por normas claras e filtros éticos. Propõe que toda produção que use IA indique de forma transparente o que foi gerado automaticamente e o que envolveu intervenção humana. Também ressalta a importância de mecanismos que permitam verificar a origem e a veracidade dos dados utilizados.

No ambiente acadêmico, ele sugere o uso de laboratórios com “versões fechadas” de IA — que utilizem bases controladas e fontes confiáveis — como meio de experimentar de forma segura sem expor pesquisadores a desvios. Para ele, a IA deve servir como apoio — não como substituta do pensamento humano.

O papel social da Biblioteconomia e da Informação

Para Santarem, as áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação terão papel estratégico no futuro: elas deverão desenvolver técnicas para rastrear a origem dos dados e avaliar sua confiabilidade diante da crescente automação. Ele acredita que, com essas ferramentas, será possível diferenciar entre conteúdo produzido por seres humanos e aquele criado por inteligências automáticas.

Em sua visão, a revolução trazida pela IA será inevitável. A proposta é que a sociedade caminhe para um uso responsável — onde seus benefícios sejam aproveitados, mas seus riscos sejam mitigados por regulação, formação e consciência.


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Goiás lança guia inédito para uso ético e pedagógico da inteligência artificial na educação https://adventista.adv.br/goias-lanca-guia-inedito-para-uso-etico-e-pedagogico-da-inteligencia-artificial-na-educacao/ https://adventista.adv.br/goias-lanca-guia-inedito-para-uso-etico-e-pedagogico-da-inteligencia-artificial-na-educacao/#respond Wed, 24 Sep 2025 19:57:48 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3293 A Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgou recentemente um guia pedagógico inédito que orienta professores e gestores sobre o uso da inteligência artificial (IA) na Educação Básica.

O documento será disponibilizado em versões impressa e digital — esta última através do portal NetEscola — e oferece recomendações claras acerca de como aplicar a IA de forma ética, pedagógica e alinhada ao currículo da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Segundo a secretária Fátima Gavioli, a iniciativa visa preparar os professores para que façam uso responsável da tecnologia, promovendo uma educação contemporânea sem perder o foco nos princípios pedagógicos.

Com esse lançamento, Goiás pretende assegurar que o estado avance no preparo de sua rede de ensino para desafios futuros. O guia reforça que a IA deve servir como instrumento de apoio ao professor e não como substituto, estimulando práticas educativas que valorizem o conhecimento, a reflexão e a criatividade.


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SESI-SP promove debate sobre papel do educador para integrar IA ao conhecimento https://adventista.adv.br/sesi-sp-promove-debate-sobre-papel-do-educador-para-integrar-ia-ao-conhecimento/ https://adventista.adv.br/sesi-sp-promove-debate-sobre-papel-do-educador-para-integrar-ia-ao-conhecimento/#respond Wed, 24 Sep 2025 19:49:06 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3291 Em evento recente, o SESI-SP organizou um encontro que explorou como educadores podem atuar como ponte entre a inteligência artificial (IA) e o aprendizado significativo. O debate situou o professor no centro da inovação: não como mero usuário de tecnologia, mas como mediador e articulador de experiências que conectam os recursos digitais ao desenvolvimento do pensamento crítico.

Durante o encontro, destacou-se que a tecnologia por si só não garante aprendizagem profunda — o desafio é orientar os estudantes para que utilizem a IA com propósito, verificando resultados, comparando fontes e questionando respostas geradas pelas máquinas. A discussão também levantou a importância de formar professores que dominem ferramentas digitais e, ao mesmo tempo, saibam como aplicá-las pedagogicamente, integrando-as ao currículo e às necessidades dos alunos.

Outro ponto forte do debate foi a necessidade de repensar o perfil do docente: cada vez mais ele deve ser visto como designer de aprendizagem, capaz de planejar ambientes onde a IA complemente, mas não substitua, o diálogo, a investigação e a reflexão do aluno. Assim, o uso da tecnologia deixa de ser um fim e passa a ser um meio para ampliar o protagonismo estudantil.

Em suma, o SESI-SP reafirmou que a grande tarefa do educador moderno é saber conectar a inteligência artificial ao conhecimento humano — com ética, propósito e foco no crescimento integral dos estudantes.


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Colégio Adventista incentiva uso consciente da IA e é destaque na Record RS https://adventista.adv.br/colegio-adventista-incentiva-uso-consciente-da-ia-e-e-destaque-na-record-rs/ https://adventista.adv.br/colegio-adventista-incentiva-uso-consciente-da-ia-e-e-destaque-na-record-rs/#respond Wed, 24 Sep 2025 19:32:58 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3280 O Colégio Adventista do Partenon (CAP), em Porto Alegre (RS), foi destaque em reportagem da TV Record Guaíba por seu pioneirismo ao estimular os alunos a usarem a inteligência artificial como instrumento aliado ao aprendizado. O projeto “Seja a Inteligência por trás da Inteligência” foi criado para promover reflexão crítica, conscientização e desenvolvimento de competências acadêmicas integradas ao uso responsável da tecnologia.

Integração da IA em diferentes disciplinas

Cada professor foi convidado a incorporar a IA em sua área de atuação, mostrando aos alunos como a tecnologia pode ser útil para facilitar pesquisas, aprimorar textos ou auxiliar nos cálculos, desde que usada com discernimento. A coordenadora pedagógica local, Cátia Weber, compartilha que é estimulante observar como os estudantes passam a enxergar as conexões entre ciência, história e fé à luz desse recurso.

Equilíbrio entre tecnologia e pensamento crítico

A professora de Biologia, Camila Morais Hein, enfatiza uma abordagem cautelosa: embora reconheça o valor da IA como ferramenta, ela reforça que o estudante deve sempre confirmar as informações por outras fontes e evitar dependência. Segundo ela, o ideal é que a IA complemente, não substitua, o processo investigativo do aluno.

O professor de Matemática, Jonathas Hardy, também atua nesse sentido, incentivando os alunos a usarem a IA para propor soluções, criando resumos ou corrigir cálculos, mas sempre com supervisão e acompanhamento pedagógico.

Uso crescente da IA entre estudantes

De acordo com dados recentes do Cetic.br, cerca de 70% dos alunos do ensino médio já utilizam IA generativa em suas pesquisas escolares — embora muitos ainda façam isso sem orientação formal. Isso reforça a importância de iniciativas como a do CAP, que aliam tecnologia ao desenvolvimento ético e consciente.


Fonte: Notícias Adventistas — “Colégio Adventista incentiva alunos a usarem IA e ganha destaque na Record RS” (23 de setembro de 2025)

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Pesquisa revela que 7 em cada 10 estudantes do ensino médio usam IA generativa em pesquisas — mas orientação escolar ainda é rara https://adventista.adv.br/pesquisa-revela-que-7-em-cada-10-estudantes-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas-mas-orientacao-escolar-ainda-e-rara/ https://adventista.adv.br/pesquisa-revela-que-7-em-cada-10-estudantes-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas-mas-orientacao-escolar-ainda-e-rara/#respond Tue, 16 Sep 2025 19:59:36 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3265 Uma pesquisa recente da TIC Educação mostra que cerca de 70% dos estudantes do ensino médio que têm acesso à internet utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa — como o ChatGPT e Gemini — para realizar trabalhos e pesquisas escolares. Apesar desse uso elevado, apenas 32% desses alunos disseram ter recebido orientação formal da escola sobre como usar essas ferramentas de maneira adequada e segura.

Panorama geral do uso de IA

O levantamento envolveu estudantes de escolas públicas e privadas de diversas regiões do Brasil, tanto urbano quanto rural. Entre alunos de anos finais do ensino fundamental e de ensino médio, foi observada uma progressão: enquanto 37% dos estudantes do fundamental e médio combinados afirmam usar IA para buscar informações, esse percentual sobe para 70% entre os alunos do ensino médio.

Escassa orientação escolar para novos desafios

Mesmo com a grande adoção da IA, poucas escolas oferecem suporte educativo nesse uso. Apenas cerca de um terço dos estudantes ouvidos afirmaram que suas instituições forneceram instruções formais sobre uso responsável, que incluam compreender a veracidade das fontes, reconhecimento de autoria e avaliação crítica do conteúdo gerado.

Gestores e famílias também entram no debate

O estudo também mostra que muitas escolas já iniciaram conversas internas sobre o uso de tecnologias digitais e IA. Cerca de 68% dos gestores relataram ter discutido com professores e funcionários sobre práticas de uso digital; e 60% informaram que envolveram pais ou responsáveis nessas discussões. Regras para uso de celulares já são comuns; mas menos da metade das escolas dizem ter diretrizes específicas sobre IA para docentes ou alunos.

Desafios estruturais identificados

O relatório destaca que, embora a internet esteja presente em quase todas as escolas (96%), há desigualdade de acesso a dispositivos e infraestrutura apropriada, especialmente em áreas rurais e entre escolas municipais de menor porte. Além disso, a formação de professores apresenta tendência de queda: menos da metade deles participam atualmente de capacitações sobre tecnologia digital, o que dificulta oferecer orientação adequada aos estudantes.

Implicações para o ensino e recomendações

Os resultados sugerem que o uso disseminado da IA entre estudantes requer adaptação das práticas pedagógicas e políticas escolares. Entre os pontos levantados estão:

  • Criar diretrizes escolares claras sobre uso de IA, para garantir integridade acadêmica e uso ético;
  • Promover formação contínua de professores para que possam orientar estudantes de maneira responsável;
  • Fomentar uma cultura de avaliação crítica das informações, para que o uso da IA seja ferramenta de construção de conhecimento e não apenas de cópia de conteúdo;
  • Reduzir desigualdades de acesso a dispositivos, conectividade e infraestrutura tecnológica.

Fonte: Agência Brasil — “Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas” (16 de setembro de 2025)

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Inteligência Artificial se consolida como peça chave na educação brasileira https://adventista.adv.br/inteligencia-artificial-se-consolida-como-peca-chave-na-educacao-brasileira/ https://adventista.adv.br/inteligencia-artificial-se-consolida-como-peca-chave-na-educacao-brasileira/#respond Tue, 16 Sep 2025 19:54:58 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3263 Uma nova pesquisa realizada em 2025 revela que o Brasil está vivenciando uma popularização expressiva da inteligência artificial (IA), especialmente dentro do contexto educacional. Quase todos os brasileiros que têm acesso à internet declararam ter algum entendimento sobre IA, e uma grande maioria afirma utilizá-la semanalmente. Esse cenário se reflete em mudanças concretas no modo como alunos e professores interagem com o aprendizado, bem como nas ferramentas disponíveis nas escolas.

Conhecimento e uso disseminado

Segundo o estudo realizado por Opinion Box e CX Brain, cerca de 97% dos usuários conectados já ouviram falar de IA, enquanto 70% afirmam utilizá-la pelo menos uma vez por semana. Além disso, muitos demonstram interesse em entender melhor as aplicações práticas da tecnologia — seja para fins de estudo, trabalho ou entretenimento.

Impacto real nas escolas e plataformas educacionais

Ferramentas baseadas em IA têm sido adotadas para otimizar tarefas rotineiras, reduzir carga burocrática e oferecer suporte imediato aos alunos. Uma plataforma de monitoria escolar, por exemplo, utiliza IA para filtrar demandas, corrigir redações e agilizar respostas às dúvidas dos estudantes. Esse uso permite que educadores dediquem mais tempo à orientação pedagógica, em vez de tarefas operacionais.

Desafios de preparo e orientação

Apesar do uso frequente, muitos estudantes utilizam essas tecnologias sem orientação adequada da escola. Poucos ainda recebem instruções formais sobre como usar a IA de maneira ética, crítica e eficaz. Esse hiato entre a adoção e o preparo institucional levanta questões importantes sobre qualidade de ensino, integridade acadêmica e desenvolvimento do pensamento crítico.

Inclusão digital e desigualdades persistentes

O estudo também revela que, embora a maioria das escolas tenha acesso à internet, nem todas dispõem de dispositivos suficientes ou de qualidade para todos os estudantes. Em zonas rurais ou em redes municipais menores, a infra-estrutura ainda limita o aproveitamento pleno das ferramentas digitais. Esse cenário expõe desigualdades e reforça a necessidade de políticas que garantam acesso equitativo e condições tecnológicas adequadas.

Potenciais benefícios e riscos futuros

Professores, plataformas e gestores enxergam na IA uma aliada potente para personalizar o aprendizado, identificar rapidamente lacunas de conhecimento e promover métodos de ensino mais dinâmicos. Mas há alertas: a dependência excessiva pode comprometer habilidades como reflexão crítica e autonomia. Também se destaca a preocupação com privacidade, desinformação e uso inadequado da tecnologia.


Fonte: CNN Brasil — “Uso de inteligência artificial cresce no Brasil e impacta educação”, publicado em 15 de setembro de 2025

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