Educação – Educação Adventista e Tecnologia https://adventista.adv.br colégio adventista, educação adventista, tecnologia, inteligencia artificial Wed, 01 Oct 2025 18:53:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 247382687 Estudantes desenvolvem projeto de inclusão para deficientes visuais e avançam em mostra científica https://adventista.adv.br/estudantes-desenvolvem-projeto-de-inclusao-para-deficientes-visuais-e-avancam-em-mostra-cientifica/ https://adventista.adv.br/estudantes-desenvolvem-projeto-de-inclusao-para-deficientes-visuais-e-avancam-em-mostra-cientifica/#respond Wed, 01 Oct 2025 18:47:26 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3311 Alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Domênico Carlino, em Putinga (RS), criaram um protótipo inovador voltado à inclusão de pessoas com deficiência visual. O projeto, que alia sustentabilidade, acessibilidade e tecnologia, foi classificado para a etapa estadual da Mostra Científica e Cultural, que acontecerá em Porto Alegre.

A iniciativa contou com o empenho dos estudantes e orientação das professoras responsáveis, superando desafios como os altos custos das peças e a necessidade de reposição de materiais durante os testes. Apesar das dificuldades, o protótipo está em funcionamento e busca proporcionar mais autonomia aos usuários.

Mais do que um trabalho escolar, a ação reforça a importância de unir ciência, inovação e responsabilidade social, ampliando as oportunidades para pessoas com deficiência visual.

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Minecraft como ferramenta para capacitar estudantes em tecnologia https://adventista.adv.br/minecraft-como-ferramenta-para-capacitar-estudantes-em-tecnologia/ https://adventista.adv.br/minecraft-como-ferramenta-para-capacitar-estudantes-em-tecnologia/#respond Mon, 29 Sep 2025 19:41:59 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3304 A Faculdade Anhanguera firmou recentemente uma parceria com a Microsoft para oferecer cursos gratuitos e online focados em tecnologia, inovação e educação. Um dos diferenciais dessa iniciativa é o uso educativo do Minecraft, ferramenta que permite aos alunos atuar em ambientes virtuais guiados, resolver desafios e praticar programação dentro do jogo.

Como o Minecraft é aplicado na educação

No ambiente Minecraft Education, os professores propõem tarefas estruturadas nas quais os estudantes podem programar agentes usando o Code Builder, construindo soluções colaborativas e simulando cenários reais. O objetivo é desenvolver habilidades como pensamento lógico, trabalho em equipe, comunicação e criatividade.

Algumas atividades incluem:

  • Automação e lógica: programar personagens para coletar e construir usando loops e condicionais.
  • Introdução a linguagens de programação como Python, JavaScript e MakeCode.
  • Projetos interdisciplinares: simulações urbanas ou ambientais para discutir sustentabilidade e planejamento.
  • Revisão gamificada: utilização de missões dentro do jogo para reforçar conteúdos de história, geografia e ciências.

Benefícios e motivações da tecnologia educativa

Com base em estudos de mercado, empresas brasileiras relatam dificuldade para encontrar profissionais capacitados para novas tecnologias. Nesse contexto, a proposta tem grande relevância para fortalecer currículos acadêmicos e aumentar a empregabilidade dos participantes.

Para as instituições envolvidas, o uso do Minecraft e outras ferramentas digitais representa uma forma de preparar estudantes para desafios contemporâneos, ao mesmo tempo em que democratizam o acesso ao conhecimento tecnológico.


Fonte: CNN Brasil — “Como o Minecraft pode capacitar estudantes em tecnologia” (28 de setembro de 2025)

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Professor da USP alerta para equilíbrio entre avanço e limites da IA na Educação https://adventista.adv.br/professor-da-usp-alerta-para-equilibrio-entre-avanco-e-limites-da-ia-na-educacao/ https://adventista.adv.br/professor-da-usp-alerta-para-equilibrio-entre-avanco-e-limites-da-ia-na-educacao/#respond Mon, 29 Sep 2025 19:33:13 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3299 O professor José Eduardo Santarem Segundo, da USP, vem estudando os impactos da inteligência artificial (IA) e alerta que seu uso deve caminhar com critérios éticos e responsabilidade, especialmente na Educação. Segundo ele, embora a IA apresente oportunidades de inovação, seus riscos — como a desinformação e a dependência tecnológica — demandam reflexão cuidadosa.

Santarem conta que se envolveu cedo com tecnologia e, após trabalhar como programador, aprofundou-se na Ciência da Informação e Biblioteconomia. Durante um pós-doutorado no Canadá, decidiu dedicar sua carreira ao estudo da IA e, ao retornar ao Brasil, percebeu que seu uso ainda era tímido no meio acadêmico.

O papel transformador da IA na Educação

Para ele, a IA já transformou a forma como consumimos informação. Ferramentas atuais permitem que estudantes acessem materiais em outras línguas, convertam textos para formatos acessíveis (como fontes ampliadas ou linguagem de sinais), ou extraiam insights de grandes bancos de dados. Ele ressalta que essas capacidades também são úteis para inclusividade, beneficiando alunos com deficiências. No entanto, alerta que essas transformações não devem apagar o papel humano no processo educativo.

Riscos associados ao uso indiscriminado

Santarem enfatiza que o uso descontrolado da IA pode gerar prejuízos. Ele teme que muitos deixem de exercitar a própria capacidade de pensar: “se você passa a depender da IA para tudo, perde autonomia intelectual”. Ele também destaca o perigo de gerar respostas imprecisas ou superficiais, pois a IA depende de dados precedentes — e, se alimentada por fontes incorretas ou enviesadas, repete erros.

Outro risco apontado é a proliferação de dados sintéticos (conteúdo gerado por IA). Ele projeta que, no futuro, grande parte dos materiais usados para treinar novas inteligências será gerada por máquinas, comprometendo a originalidade e a credibilidade das informações. Esse ciclo pode gerar um tipo de “efeito espelho”, onde os erros se amplificam.

O caminho da “IA com controle”

Apesar das objeções, Santarem não defende a negação completa da tecnologia. Ele acredita que a revolução trazida pela IA deve ser guiada por normas claras e filtros éticos. Propõe que toda produção que use IA indique de forma transparente o que foi gerado automaticamente e o que envolveu intervenção humana. Também ressalta a importância de mecanismos que permitam verificar a origem e a veracidade dos dados utilizados.

No ambiente acadêmico, ele sugere o uso de laboratórios com “versões fechadas” de IA — que utilizem bases controladas e fontes confiáveis — como meio de experimentar de forma segura sem expor pesquisadores a desvios. Para ele, a IA deve servir como apoio — não como substituta do pensamento humano.

O papel social da Biblioteconomia e da Informação

Para Santarem, as áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação terão papel estratégico no futuro: elas deverão desenvolver técnicas para rastrear a origem dos dados e avaliar sua confiabilidade diante da crescente automação. Ele acredita que, com essas ferramentas, será possível diferenciar entre conteúdo produzido por seres humanos e aquele criado por inteligências automáticas.

Em sua visão, a revolução trazida pela IA será inevitável. A proposta é que a sociedade caminhe para um uso responsável — onde seus benefícios sejam aproveitados, mas seus riscos sejam mitigados por regulação, formação e consciência.


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Professor do Colégio Adventista de Pelotas é aprovado em universidade pública após realizar o Enem com alunos https://adventista.adv.br/professor-do-colegio-adventista-de-pelotas-e-aprovado-em-universidade-publica-apos-realizar-o-enem-com-alunos/ https://adventista.adv.br/professor-do-colegio-adventista-de-pelotas-e-aprovado-em-universidade-publica-apos-realizar-o-enem-com-alunos/#respond Wed, 24 Sep 2025 19:45:04 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3288 O professor Lucas Cantos, docente das disciplinas de História, Filosofia e Projeto de Vida no Colégio Adventista de Pelotas (CAPE), tomou uma decisão incomum e inspiradora: fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como “treineiro” — ou seja, participando junto com seus alunos como forma de incentivo. Para sua própria surpresa, sua estratégia deu frutos: ele foi aprovado em terceiro lugar no curso de Letras da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

O que motivou Lucas a dar esse exemplo? Ele afirmou que vivenciar o nervosismo, as expectativas e os desafios do exame com seus alunos foi uma forma de demonstrar empatia e consciência sobre as dificuldades que eles enfrentam. Entretanto, ele não esperava que seu resultado fosse tão expressivo.

A disciplina Projeto de Vida foi essencial nesse processo. Ela aborda temas de cunho geral — assuntos sociais, debates contemporâneos e reflexão cidadã — e estimula os alunos a pensarem “fora da caixa”, alinhando escolaridade e formação de caráter. Lucas contou que decidiu prestar o Enem motivado pelo que vivenciava com os estudantes, aproveitando a estrutura das aulas já oferecidas na escola adventista como apoio aos estudos.

Para garantir um bom desempenho, Lucas recorreu a estratégias práticas: assistiu aulas de seus colegas nas áreas em que tinha menos afinidade, especialmente em disciplinas como redação e matemática. Segundo ele, não precisou se inscrever em cursinho — a base oferecida pela educação adventista, aliada à sua dedicação, foi suficiente.

A aprovação do professor, além de ser motivo de celebração pessoal e institucional, causou impacto positivo entre alunos e colegas. O coordenador pedagógico Rodinei Moreira afirmou que o exemplo de Lucas ampliou os horizontes dos estudantes, demonstrando que, com propósito e esforço, metas significativas são atingíveis.

Um aluno do professor, Mikael Betemps, relatou que o que mais valorizava nas aulas de Projeto de Vida eram os estímulos à reflexão sobre objetivos e métodos de estudo, algo que ajudou bastante no foco para o Enem. Ele apontou que essas diretrizes ajudam a organizar melhor o estudo, identificando as áreas em que é necessário melhorar.

No panorama do Colégio Adventista de Pelotas, a aprovação de Lucas reforça a credibilidade da educação oferecida e inspira não só os alunos, mas também outros professores, mostrando que caminhar lado a lado em aprendizado pode gerar resultados concretos — inclusive transcender o papel tradicional do docente.


Fonte: Notícias Adventistas — “Professor é aprovado em universidade federal no Rio Grande do Sul após realizar Enem com alunos” (22 de setembro de 2025)

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Aprender a dizer “não”: um ato de cuidado essencial na vida real e online https://adventista.adv.br/aprender-a-dizer-nao-um-ato-de-cuidado-essencial-na-vida-real-e-online/ https://adventista.adv.br/aprender-a-dizer-nao-um-ato-de-cuidado-essencial-na-vida-real-e-online/#respond Mon, 08 Sep 2025 19:55:28 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3215 A professora e pedagoga Roberta Guimarães, diretora do Colégio Adventista Taquaral-Campinas, lança mão de sua vasta experiência — mais de duas décadas em educação — para abordar um tema cada vez mais urgente: a necessidade dos adultos educarem seus filhos a lidar com frustrações, dizendo “não” quando necessário, tanto no mundo físico quanto no virtual.

Infância além da tela

Roberta ressalta que crianças em idade pré-escolar deveriam estar imersas em brincadeiras presenciais, explorando texturas, sabores e interações com outros pequenos da mesma faixa etária — experiências fundamentais para o desenvolvimento. No entanto, a realidade mostra que muitas crianças dessa faixa já estão expostas a telas, um fenômeno precoce e preocupante.

Uso monitorado para crianças em idade escolar

Para alunos do ensino fundamental, o acesso à tecnologia pode até ser benéfico, desde que sempre mediado por adultos — seja pai, mãe, cuidador ou professor. É fundamental estabelecer limites claros quanto à duração e ao tipo de conteúdo permitido, garantindo que o uso digital contribua para o aprendizado e não o torne uma fuga prematura da realidade.

Cyberbullying: um inimigo silencioso

O crescimento alarmante de casos de cyberbullying destaca a necessidade de uma atuação conjunta entre família, escola, sociedade e poder público. Crianças e adolescentes, muitas vezes despreparados, são expostos a ataques digitais que têm impacto profundo e duradouro. Roberta ressalta que conversas abertas, acolhedoras e informadas são ferramentas essenciais para ajudar os jovens a enfrentar essas situações.

Limites como expressão de afeto e educação

A autora defende que impor limites — ainda que gere frustração — é um ato profundamente amoroso. Dizer “não” guia, ensina e prepara para o mundo real. Ensinar que nem todas as vontades podem ser satisfeitas é formar pessoas com autonomia, responsabilidade e consciência das próprias ações, contribuindo para uma sociedade mais madura e equilibrada.

Reflexo no mundo digital e além

Com o avanço da inteligência artificial e da tecnologia, os desafios se multiplicam. Mas a solução não está em rejeitar tais inovações — e sim em promover seu uso ético e consciente. Ensinar a dizer “não” ajuda os jovens a navegar com discernimento, entender seus limites e desenvolver um senso crítico que os acompanhará pelo resto da vida.


Fonte: Roberta Guimarães, professora, pedagoga e diretora do Colégio Adventista Taquaral-Campinas, em artigo de opinião publicado no portal Hora Campinas (7 de setembro de 2025)

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China incorpora ensino de inteligência artificial no currículo escolar desde os 6 anos https://adventista.adv.br/china-incorpora-ensino-de-inteligencia-artificial-no-curriculo-escolar-desde-os-6-anos/ https://adventista.adv.br/china-incorpora-ensino-de-inteligencia-artificial-no-curriculo-escolar-desde-os-6-anos/#respond Thu, 04 Sep 2025 18:46:12 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3201 A China deu um passo audacioso ao tornar obrigatórias as aulas de inteligência artificial (IA) para alunos de todas as faixas etárias, iniciando já aos 6 anos de idade. Esta medida faz parte de uma reforma educativa anunciada no início de 2025, que agora se expande a partir do novo semestre letivo.

Educação escalonada por faixa etária

  • Ensino fundamental (a partir dos 6 anos): Introdução aos conceitos elementares da IA, como o funcionamento de chatbots, além do entendimento dos princípios éticos que regem essa tecnologia.
  • Cerca dos 10 anos: Os conteúdos progridem para a lógica algorítmica, permitindo aos estudantes compreenderem estruturas de pensamento computacional mais profundas.
  • Ensino médio (aproximadamente 15–17 anos): Os alunos serão incentivados a criar programas que utilizem IA, ainda que simples, e produzir soluções práticas com esse recurso.

Experimentos e metas de longo prazo

Antes da expansão para toda a rede, mais de 100 escolas participaram de testes-piloto dessa iniciativa. Agora, a expectativa é que cada aluno obtenha, ao longo do ano letivo, dezenas de horas dedicadas ao conhecimento e à aplicação da IA.

Segundo o Ministério da Educação chinês, o objetivo é desenvolver não apenas competências técnicas, mas também habilidades como autonomia, raciocínio crítico, cooperação e comunicação — competências essenciais para o século XXI.

IA generativa com orientação estratégica

Os alunos poderão usar ferramentas de IA generativa para apoiar suas tarefas, mas não de forma integral: haverá limites e supervisão para garantir que o aprendizado ocorra de maneira consciente, sem automatizar o pensamento crítico e a responsabilidade acadêmica.

Estrutura alinhada à estratégia nacional

A alteração curricular faz parte de um esforço mais amplo para posicionar a China como nação líder na área de IA. O país planeja formar milhões de estudantes familiarizados com essa tecnologia desde cedo, com a ambição de consolidar sua liderança até 2049, quando será celebrado o centenário da República Popular da China.


Fonte: TecMundo — “Inteligência artificial faz parte do currículo escolar de alunos a partir de 6 anos na China” (2 de setembro de 2025

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Estudantes do Colégio Adventista de Varginha levam campanha de segurança digital às ruas da cidade https://adventista.adv.br/estudantes-do-colegio-adventista-de-varginha-levam-campanha-de-seguranca-digital-as-ruas-da-cidade/ https://adventista.adv.br/estudantes-do-colegio-adventista-de-varginha-levam-campanha-de-seguranca-digital-as-ruas-da-cidade/#respond Thu, 04 Sep 2025 18:41:43 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3198 Na última sexta-feira (29), os alunos do Colégio Adventista de Varginha saíram às ruas para promover o Projeto Quebrando o Silêncio, mobilizando a comunidade local em torno da prevenção à violência digital. Durante o dia, os estudantes distribuíram materiais informativos em semáforos da cidade—chamando a atenção de motoristas e pedestres para temas sérios como cyberbullying, assédio sexual online, exploração infantil e disseminação de fake news.

A campanha começa dentro da escola

Ao longo da semana, foram realizadas atividades pedagógicas que abordaram a segurança online de forma adaptada às diferentes idades. Para os mais novos, foram organizadas palestras lúdicas sob o tema “Perigo Disfarçado”, que ensinam, por meio de desenhos e jogos, como identificar riscos e alertar os pais diante de qualquer suspeita. Os adolescentes participaram de encontros reflexivos com o mote “A vida não é um jogo”, reforçando o uso consciente da internet — seja em redes sociais ou plataformas de games, que integram o cotidiano dos jovens.

Auxílio da Guarda Municipal e envolvimento da comunidade

A ação que levou os alunos às ruas contou com o apoio da Guarda Municipal, garantindo segurança aos participantes durante a distribuição dos materiais. O projeto também buscou envolver ativamente famílias e moradores, convidando-os a refletir sobre os perigos do ambiente digital e os cuidados necessários para garantir um uso seguro da tecnologia.

Visão do diretor: educar além das paredes da sala de aula

Bruno de Faria dos Santos, diretor do colégio, destacou que o propósito da iniciativa vai além do ensino formal. Para ele, a escola deve preparar os estudantes para os desafios reais da vida contemporânea — especialmente a convivência com o ambiente digital, marcado por conectividade intensa e práticas nem sempre saudáveis. Ele ressaltou que a instituição está comprometida em orientar, apoiar e dialogar com toda a comunidade escolar — incentivando o uso saudável da tecnologia e zelando pela vida e bem-estar dos alunos.

O projeto como ferramenta de prevenção

O Quebrando o Silêncio é uma ação educativa anual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, cujo objetivo é prevenir diferentes formas de violência — incluindo a digital. Em 2025, a campanha busca promover diálogos urgentes sobre riscos virtuais e fortalecer um ambiente de maior proteção e consciência entre crianças, adolescentes e suas famílias.


Fonte: Notícias Adventistas — “Alunos do Colégio Adventista de Varginha levam alerta sobre violência digital às ruas” (4 de setembro de 2025)

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Novo Colégio Adventista em Atibaia marca início da expansão educacional na região do Vale do Paraíba https://adventista.adv.br/novo-colegio-adventista-em-atibaia-marca-inicio-da-expansao-educacional-na-regiao-do-vale-do-paraiba/ https://adventista.adv.br/novo-colegio-adventista-em-atibaia-marca-inicio-da-expansao-educacional-na-regiao-do-vale-do-paraiba/#respond Wed, 03 Sep 2025 18:23:07 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3189 Na manhã de domingo, 31 de agosto de 2025, foi lançada a Pedra Fundamental do mais recente empreendimento da rede de ensino Adventista em Atibaia (SP). Esse momento representa um marco significativo para a região, pois será a décima escola da rede na Associação Paulista do Vale. A cerimônia atraiu autoridades religiosas e públicas, entre líderes da Igreja Adventista e o vice-prefeito de Atibaia.

Este novo colégio ocupará uma área de 11 mil metros quadrados e, quando completamente construído, oferecerá 29 salas de aula — contemplando educação infantil, ensino fundamental e médio — além de sete salas especiais. O projeto prevê laboratórios de ciências, biblioteca, sala de informática, espaço multimídia criacionista, e até uma sala de jogos. Um auditório com capacidade para 450 pessoas também faz parte da infraestrutura planejada, que está preparada para atender até 2.050 alunos em dois turnos.

Para a diretora da Rede Educacional Adventista do Vale do Paraíba, Marizane Fensk Piergentile, esse momento simboliza um sonho sendo concretizado. Ela destacou que a rede se consolidou como uma referência mundial em ensino pautado em valores, e reforçou que a nova escola não será apenas um espaço físico — será uma escolha de vida, orientada pela missão de formar integralmente seus alunos.

Além de expandir a cobertura educacional adventista, o empreendimento também deverá trazer impacto socioeconomic positivo para Atibaia: com a geração de empregos e fortalecimento da comunidade local. A nova instituição reafirma não só a qualidade acadêmica, mas também o compromisso com valores cristãos e com o desenvolvimento social da região.


Fonte: Notícias Adventistas — “Nasce um novo Colégio Adventista em Atibaia-SP” (2 de setembro de 2025) noticias.adventistas.org

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Escolas de idiomas: como incorporam a inteligência artificial e reafirmam o valor humano https://adventista.adv.br/escolas-de-idiomas-como-incorporam-a-inteligencia-artificial-e-reafirmam-o-valor-humano/ https://adventista.adv.br/escolas-de-idiomas-como-incorporam-a-inteligencia-artificial-e-reafirmam-o-valor-humano/#respond Sun, 31 Aug 2025 17:04:23 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3161 Em meio à crescente influência da inteligência artificial (IA) em diversos setores, o ensino de idiomas se mostra um território onde inovação e tradição caminham lado a lado. Instituições desse segmento vêm explorando o potencial da IA como aliada na personalização e eficiência do aprendizado, ao mesmo tempo em que reforçam a importância do profissional de ensino e da experiência humana.

Aplicações práticas da IA

Plataformas de aprendizado e redes tradicionais já aproveitam recursos como chatbots, assistentes virtuais e reconhecimento de voz para oferecer uma experiência mais interativa e adaptada ao ritmo do aluno. Essas ferramentas corrigem pronúncia, sugerem vocabulário e possibilitam práticas fora da sala de aula. Além disso, alguns sistemas geram exercícios personalizados e curam conteúdos conforme as necessidades individuais de cada estudante.

O papel central do professor

Mesmo com essas inovações, instituições como o Grupo CNA+ e a Wise Up enfatizam que professores continuam sendo fundamentais no processo educativo. A IA, para eles, funciona como facilitadora — auxiliar no planejamento, na personalização de tarefas e na ampliação de recursos pedagógicos —, mas nunca como substituta do vínculo e da orientação que só um docente pode oferecer.

Integração inteligente

O Grupo CNA+, com décadas de atuação, investiu em soluções como um assistente de escrita baseado em IA dentro de uma plataforma de criação literária, que fornece comentários e sugestões aos alunos. Eles também testam o uso de tutores virtuais com flashcards interativos e aplicam tecnologia para otimizar ações de marketing, personalizando mensagens e canais de comunicação com os alunos.

Tecnologia alinhada à cultura escola

Na Wise Up, a IA foi usada para criar uma campanha de 30 anos, com linguagem futurista e visual que remete à inovação digital. Mas a rede garante que o aprendizado de idiomas exige mais do que acúmulo de palavras: é necessária a mediação humana, o feedback contextual e o toque cultural que só um professor pode oferecer.

Um equilíbrio essencial

Esse cenário reflete um movimento de equilíbrio: usar as vantagens da IA para tornar o ensino mais eficiente e atraente, sem abrir mão da experiência presencial, dos valores humanos e do relacionamentos de aprendizagem. A inteligência artificial serve aos objetivos pedagógicos; o coração do ensino permanece nos educadores e na interação genuína com os alunos.


Fonte: Texto reescrito a partir de artigo publicado em 27 de agosto de 2025 pela revista Meio & Mensagem, com o título “Como as escolas de idiomas usam – e enfrentam – a IA”.

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Ministério Público do Amazonas participa de evento sobre violência digital em escola de Manicoré https://adventista.adv.br/ministerio-publico-do-amazonas-participa-de-evento-sobre-violencia-digital-em-escola-de-manicore/ https://adventista.adv.br/ministerio-publico-do-amazonas-participa-de-evento-sobre-violencia-digital-em-escola-de-manicore/#respond Fri, 29 Aug 2025 15:30:45 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3130 Na última semana, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) colaborou com o evento educativo “Quebrando o Silêncio”, organizado pela Igreja Adventista no distrito de Manicoré. A iniciativa, destinada à conscientização sobre violência digital, ocorreu na Escola Municipal Aristeu Vigolino e reuniu cerca de 100 estudantes. O promotor de Justiça Venâncio Antônio Castilhos de Freitas Terra conduziu uma palestra reflexiva, instigando os alunos a questionarem: por que a internet se tornou um ambiente tão perigoso?

Durante sua fala, Terra alertou sobre os riscos que o mundo digital pode apresentar — vilões desconhecidos, aparência enganosa e crimes, especialmente de cunho sexual. Ele enfatizou a necessidade de vigilância por parte de toda a sociedade, sobretudo de pais e professores, como forma de garantir que crianças e adolescentes naveguem de maneira segura e estejam protegidos em um ambiente em constante transformação.

A ação faz parte da ação nacional Quebrando o Silêncio, promovida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia como parte da mobilização global End It Now. A campanha tem como objetivo prevenir várias formas de violência — incluindo a digital — por meio de ações educativas nas escolas, igrejas e comunidades, com abrangência em países como Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Brasil.


Fonte: Ministério Público do Amazonas“Ministério Público participa do evento ‘Quebrando o Silêncio’ em Manicoré” (27 de agosto de 2025)

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