Metodologias Ativas – Educação Adventista e Tecnologia https://adventista.adv.br colégio adventista, educação adventista, tecnologia, inteligencia artificial Wed, 01 Oct 2025 18:55:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 247382687 Projeto “Mãos que Transformam” mobiliza crianças em Foz do Iguaçu contra a violência infantil https://adventista.adv.br/projeto-maos-que-transformam-mobiliza-criancas-em-foz-do-iguacu-contra-a-violencia-infantil/ https://adventista.adv.br/projeto-maos-que-transformam-mobiliza-criancas-em-foz-do-iguacu-contra-a-violencia-infantil/#respond Wed, 17 Sep 2025 20:45:45 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3276 Em Foz do Iguaçu (PR), escolas adventistas promoveram uma ação sensível e criativa para sensibilizar crianças sobre o combate à violência infantil. A iniciativa ocorreu em parceria entre o CMEI Professora Viviane Benitez e a Escola Adventista local, por meio do projeto “Mãos que Transformam”.

Expressão artística como meio de conscientização

No decorrer do projeto, os alunos expressaram sua empatia e compromisso com o tema por meio da pintura de um grande mural coletivo. Cada criança deixou sua marca no painel, simbolizando apoio e afeto em relação à luta contra a violência infantil. A colaboração promoveu um ambiente de reflexão, união e solidariedade entre os participantes, reforçando valores de cuidado e respeito.

Visibilidade e alcance

A ação ganhou projeção pública quando foi destaque em um programa televisivo, o Revista Novo Tempo, exibido em 12 de setembro. Essa visibilidade amplificou a voz dos pequenos envolvidos e levou a mensagem de proteção e valorização da infância para além dos muros escolares, alcançando espectadores e suas comunidades.


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Salas multifuncionais da rede municipal de Cuiabá transformam o dia a dia de alunos com deficiência https://adventista.adv.br/salas-multifuncionais-da-rede-municipal-de-cuiaba-transformam-o-dia-a-dia-de-alunos-com-deficiencia/ https://adventista.adv.br/salas-multifuncionais-da-rede-municipal-de-cuiaba-transformam-o-dia-a-dia-de-alunos-com-deficiencia/#respond Tue, 16 Sep 2025 19:49:49 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3260 Nas escolas municipais de Cuiabá, espaços especializados denominados “salas de recursos multifuncionais” têm promovido impactos reais no aprendizado e no convívio de estudantes com deficiência. Presentes em 70 das 82 unidades escolares (62 na zona urbana e 8 no interior rural), essas salas funcionam no contraturno e oferecem atendimento educacional especializado para crianças com autismo, Síndrome de Down, TDAH e outras necessidades. A expectativa da gestão é inaugurar mais 11 salas até o fim de 2025.

Equipadas com lousas digitais, painéis sensoriais, computadores, tatames e objetos pedagógicos como letras de madeira do alfabeto, essas salas são espaços de estímulo focado: cada aluno participa duas vezes por semana, durante uma hora por sessão. O atendimento é realizado por professores especializados em educação especial e baseia-se em planos individuais de ensino, que definem metas específicas e recursos adaptados conforme as características de cada criança.

Evolução social, linguística e cognitiva relatada pelos pais

As mães relatam avanços significativos. Por exemplo, a menina de 10 anos com Síndrome de Down que frequenta a sala multifuncional apresentou melhorias no convívio com colegas e no desempenho em língua portuguesa. Outra criança de 5 anos com autismo, antes não verbalizada, passou a escrever seu próprio nome e a chamar a mãe, demonstrando considerável evolução na comunicação. Também houve casos de crianças que aprenderam a fazer imitações, socializar melhor, comer na escola e envolver-se com atividades rotineiras de maneira mais autônoma.

Integração com aulas regulares e acompanhamento contínuo

Esses espaços de apoio não substituem as aulas comuns; eles operam de modo complementar, durante períodos diferentes do horário escolar regular. A frequência regular, o desenvolvimento de planos individuais e a avaliação bimestral são mecanismos que permitem alinhar o trabalho da sala especial com o cotidiano da sala de aula comum, promovendo coerência e inclusão no processo educativo. A autorização explícita dos pais ou responsáveis é requisito para que o aluno faça parte do programa.


Fonte: Portal O Mato Grosso — “Salas multifuncionais melhora rotina de alunos com deficiência na rede municipal de Cuiabá” publicada em 15 de setembro de 2025.

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Escolas com inteligência artificial nos EUA desafiam o ensino tradicional https://adventista.adv.br/escolas-com-inteligencia-artificial-nos-eua-desafiam-o-ensino-tradicional/ https://adventista.adv.br/escolas-com-inteligencia-artificial-nos-eua-desafiam-o-ensino-tradicional/#respond Thu, 04 Sep 2025 18:52:55 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3204 Nos Estados Unidos, um modelo educacional inovador e bastante controverso tem ganhado visibilidade: escolas que substituem professores por sistemas de inteligência artificial e oferecem apenas duas horas de instrução formal por dia. A mais destacada entre elas é a Alpha School, presente em estados como Texas, Flórida, Arizona e Califórnia, com planos de expansão para Nova York.

Aprendizado individualizado e jornada abreviada

Ao romper com o modelo tradicional, a Alpha School propõe uma aprendizagem altamente personalizada. Cada aluno avança no próprio ritmo, sem a obrigatoriedade de acompanhar uma turma. As disciplinas fundamentais — como matemática e inglês — permanecem presentes apenas em dois períodos diários, mas o ensino é ajustado individualmente através de relatórios gerados por IA. O restante do tempo escolar é dedicado a oficinas, projetos práticos e atividades que desenvolvem habilidades essenciais, como liderança, oratória e finanças pessoais.

Mentoria diferente: guias, não professores

Em vez de professores tradicionais, os alunos são acompanhados por “guias de aprendizagem”, profissionais recrutados não com base em diplomas acadêmicos, mas em expertise em áreas inovadoras, como tecnologia e startups. Esses mentores atuam como facilitadores, orientando e motivando os estudantes a partir das análises fornecidas pela IA.

Preço elevado e exclusividade

A inovação tem um custo alto: estudar nesse modelo pode custar mais de R$ 200 mil por ano. A mensalidade inclui material didático, viagens e atividades extracurriculares. Por esse motivo, a proposta é acessível apenas a famílias de alto poder aquisitivo. Mesmo assim, a demanda tem crescido, impulsionando a expansão do modelo para outros estados, inclusive onde há maior resistência por parte das autoridades educacionais.

Críticas e reflexões necessárias

Especialistas apontam várias preocupações sobre esse modelo. O tempo reduzido dedicado às disciplinas clássicas, o maior tempo em frente a telas, a ausência de professores qualificados e a chamada “robotização” da experiência estudantil são temas recorrentes entre os críticos. Adicionalmente, há evidências de resistência política em estados como Pensilvânia, onde as autoridades se mostraram reticentes diante dessa abordagem disruptiva.

Um convite à reflexão sobre o futuro da educação

Mais do que um experimento tecnológico, a Alpha School provoca um debate profundo: até que ponto os sistemas educacionais devem romper com estruturas burocráticas e padronizadas para valorizar o desenvolvimento individual? A proposta simboliza a liberdade de escolha das famílias e o protagonismo dos empreendedores, ao mesmo tempo em que desafia a hegemonia do ensino público padronizado nos EUA.


Fonte: Adaptado de artigo do Boletim da Liberdade intitulado “Escolas com IA desafiam modelo tradicional de ensino nos EUA” (3 de setembro de 2025).

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CNE discute tornar o ensino de IA obrigatório em cursos de Pedagogia e Licenciaturas https://adventista.adv.br/cne-discute-tornar-o-ensino-de-ia-obrigatorio-em-cursos-de-pedagogia-e-licenciaturas/ https://adventista.adv.br/cne-discute-tornar-o-ensino-de-ia-obrigatorio-em-cursos-de-pedagogia-e-licenciaturas/#respond Mon, 25 Aug 2025 19:39:23 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3076 O Conselho Nacional de Educação (CNE) está avançando nas discussões para implementar a obrigatoriedade do ensino de Inteligência Artificial (IA) na formação inicial de professores — especificamente nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas. A proposta visa preparar os futuros educadores para os desafios e oportunidades que as tecnologias emergentes trazem à educação moderna.

Objetivos e impactos previstos

Segundo o relator do parecer, Celso Niskier, o foco da medida não é apresentar a IA como uma ameaça, mas sim como uma ferramenta que pode:

  • Reduzir a sobrecarga de trabalho dos professores;
  • Possibilitar a personalização do ensino;
  • Promover mais equidade, especialmente no atendimento a estudantes com deficiência.

Flexibilidade e protocolos éticos

As instituições de ensino superior terão liberdade para decidir como integrar o tema: seja por meio de disciplina específica ou abordando-o de forma transversal ao currículo. Além disso, cada universidade precisará desenvolver um plano institucional para implementação da IA, abrangendo aspectos como:

  • Mediação humana no uso da tecnologia;
  • Diretrizes de ética digital e privacidade no uso de dados.

Próximos passos

O debate está em andamento desde maio, com expectativa de votação ocorrer em outubro. Paralelamente, o Ministério da Educação (MEC) e o Congresso também estão elaborando propostas regulatórias sobre o tema, reforçando a necessidade de um marco legal coerente e abrangente.


Fonte: CNTE – “IA nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas? CNE discute proposta” (29 de julho de 2025)

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MEC lança curso 100% online “Mais Ensino Médio” para formação de professores com 180 horas https://adventista.adv.br/mec-lanca-curso-100-online-mais-ensino-medio-para-formacao-de-professores-com-180-horas/ https://adventista.adv.br/mec-lanca-curso-100-online-mais-ensino-medio-para-formacao-de-professores-com-180-horas/#respond Fri, 22 Aug 2025 20:43:46 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3057 O Ministério da Educação (MEC) lançou na última quinta-feira (21) o curso “Mais Ensino Médio”, voltado à qualificação de professores que atuam na etapa do ensino médio. A formação, inteiramente online, já está disponível na plataforma Avamec, oferecendo aos educadores a oportunidade de aprimorar suas estratégias pedagógicas com flexibilidade — os módulos podem ser concluídos em mínimo de 45 dias e máximo de 200 dias.

Inscrições simples e acessibilidade

Para participar, os docentes devem se cadastrar na plataforma usando login Gov.br, informando dados pessoais, vínculo profissional e formação acadêmica necessária à adesão.

Objetivos claros e alinhados ao currículo nacional

O curso tem como objetivos centrais:

  • Melhorar a prática docente;
  • Valorizar a juventude;
  • Estimular reflexões críticas sobre o currículo vigente e políticas como o PNaem (Política Nacional do Ensino Médio);
  • Estender as adaptações do conteúdo à realidade das escolas públicas.

Metodologia educacional eficaz

Os conteúdos são organizados em currículo espiral, um modelo que revisita os temas sob múltiplas perspectivas, aprofundando a abordagem conforme o aluno avança. A formação inclui:

  • Práticas de reconhecimento docente;
  • Estudos de caso reais;
  • Intervenção pedagógica eficiente.

Temas atuais e alinhamento com as tecnologias educacionais

Um dos módulos aborda cultura digital: ele prepara os professores para utilizar a tecnologia de forma consciente e integrada ao ensino, em consonância com a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec).

Além disso, o curso aborda a interdisciplinaridade e reflete sobre temas urgentes como:

  • Crise climática
  • Impactos sociais e econômicos das apostas esportivas (“bets”)

Certificação e caminho para especialização

Para obter o certificado de conclusão, os participantes precisam atingir nota mínima de 6 nas atividades avaliativas disponíveis na plataforma. O documento fica disponível para download diretamente no portal. Além disso, há a possibilidade de aproveitamento dos estudos para obtenção de uma especialização, em parceria com o Centro de Educação Aberta e a Distância da UFPI.

Novos cursos complementares chegando em outubro

Em celebração ao Dia do Professor (15 de outubro), o MEC anunciou o lançamento de quatro cursos complementares, voltados a diferentes áreas do conhecimento:

  • Mais Ciências Humanas e Sociais (Mais CHSA)
  • Mais Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Mais CNT)
  • Mais Matemática e suas Tecnologias
  • Mais Linguagens e suas Tecnologias

Esses novos cursos se somam ao programa de especialização na Gestão da Escola Pública de Ensino Médio (Gepem), voltado para diretores e coordenadores pedagógicos, com foco na implementação eficaz da PNAEM. Valdirene Alves de Oliveira, coordenadora-geral de Ensino Médio do MEC, destacou que essas iniciativas reforçam a formação continuada e servem como suporte ativo à educação pública de qualidade.


Fonte: Camaçari Notícias – “MEC lança curso ‘Mais Ensino Médio’ para formação de professores” (22 de agosto de 2025)

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Uso da IA em universidades brasileiras segue sem regulamentação, aponta estudo https://adventista.adv.br/uso-da-ia-em-universidades-brasileiras-segue-sem-regulamentacao-aponta-estudo/ https://adventista.adv.br/uso-da-ia-em-universidades-brasileiras-segue-sem-regulamentacao-aponta-estudo/#respond Fri, 22 Aug 2025 20:17:05 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3046 Apesar do avanço acelerado da inteligência artificial generativa (IAG) — com ferramentas como o ChatGPT transformando a produção acadêmica — o ambiente universitário brasileiro permanece desprovido de normas formais de uso dessa tecnologia. Uma pesquisa recente revela que poucas instituições de ensino superior têm políticas ou diretrizes estabelecidas para regulamentar sua aplicação na rotina acadêmica.

O levantamento abrangeu mais de 150 instituições, incluindo universidades federais, estaduais, católicas e privadas de destaque nacional. Surpreendentemente, apenas sete delas possuem algum tipo de documento interno — como manuais, guias ou resoluções — que tratem do uso da IAG. Entre esses exemplos estão UFMG, UFBA, UFG, UFDPar, UNESP, PUC-PR e o Senai Cimatec.

Destas, a UFMG se destaca por ter criado uma comissão permanente dedicada à temática, capaz de orientar, promover discussões e gerar parcerias. UFBA, PUC-PR e o Senai Cimatec elaboraram guias mais desenvolvidos. UFDPar optou por um documento mais completo, enquanto UFG incluiu regras dentro de seu guia de integridade acadêmica.

Essa ausência de respaldo institucional deixa o setor vulnerável a problemas éticos, pedagógicos e legais. Professores enfrentam incerteza ao avaliar trabalhos que podem ter sido gerados com IAG — sem políticas claras, arriscam-se a adotar práticas inconsistentes, o que pode comprometer a credibilidade e rigor acadêmico.

Por outro lado, os alunos se veem num dilema: sem saber o que é permitido, muitos recorrem à IA de forma oculta por temerem sanções injustas — e, assim, perdem a chance de compreender e usar a tecnologia de maneira ética. Esse cenário dificulta desenvolver o letramento digital imprescindível no ensino superior do século XXI.

Além disso, sem um diálogo transparente sobre a IA, emergem riscos relacionados à privacidade e à propriedade intelectual — especialmente quando dados de alunos ou pesquisadores são inseridos em plataformas comerciais, o que pode violar normas como a LGPD.

Especialistas defendem que a solução não está na proibição, mas na criação de regulamentação ética e pedagógica. Entre as recomendações estão:

  • formar comitês universitários com docentes, discentes e especialistas para estabelecer políticas claras de uso;
  • definir protocolos para tratamento de incidentes;
  • proteger dados com base na LGPD;
  • utilizar contas institucionais e ferramentas validadas para reduzir vulnerabilidades e aumentar a transparência.

Fonte: Terra – “Pesquisa feita nas principais universidades mostra que uso da IA segue desregulado no ensino superior brasileiro” (18 de agosto de 2025)

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Projeto “Bebê de Arroz” alerta pré-adolescentes sobre os riscos da gravidez precoce https://adventista.adv.br/projeto-bebe-de-arroz-alerta-pre-adolescentes-sobre-os-riscos-da-gravidez-precoce/ https://adventista.adv.br/projeto-bebe-de-arroz-alerta-pre-adolescentes-sobre-os-riscos-da-gravidez-precoce/#respond Wed, 20 Aug 2025 17:35:46 +0000 https://adventista.adv.br/?p=3021 No Colégio Adventista de Toledo, alunos do 8º ano participaram de uma ação educativa envolvente e impactante: o Projeto “Bebê de Arroz”. A proposta consiste em confeccionar bonecas com pacotes de arroz de 5 kg — peso aproximado de um bebê de até três meses — para sensibilizar os estudantes sobre as responsabilidades e desafios da maternidade precoce.

Durante o projeto, os alunos enfrentam uma simulação realista: cuidam dos “bebês” por um período integral, levando-os para todos os lugares e atendendo às necessidades que surgem, como choro, troca de fralda e alimentação. A proposta não só desperta empatia, mas também promove conscientização prática acerca das renúncias envolvidas nesse tipo de responsabilidade.

Cada disciplina contribui de forma autêntica no aprendizado interligado ao tema:

  • Artes: os alunos confeccionam as bonecas após um “chá de revelação” há exigências didáticas e simbólicas;
  • História e Geografia: elaboram certidões de nascimento para os “bebês”;
  • Português: registram experiências em um “Diário do Bebê”, trabalhando redação e reflexão;
  • Educação Física: praticam atividades enquanto seguram as bonecas, simulando multitarefas típicas da maternidade.

A estudante Alícia compartilhou os aprendizados que foram além da sala de aula: “Senti todos os esforços e sacrifícios que meus pais fizeram por mim. Passei a valorizar ainda mais a família”, relatou ela, emocionada.

Além da conscientização, o projeto carrega um forte caráter solidário: todo o arroz utilizado nas bonecas será doado a famílias em situação de vulnerabilidade, incentivando o olhar humano e generoso dos alunos.


Fonte: Jornal do Oeste – “Projeto Bebê de Arroz conscientiza pré-adolescentes sobre gravidez precoce” (19 de agosto de 2025)

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Jornada Bett Nordeste 2025 reflete sobre a fusão entre inteligência artificial e emocional na educação https://adventista.adv.br/jornada-bett-nordeste-2025-reflete-sobre-a-fusao-entre-inteligencia-artificial-e-emocional-na-educacao/ https://adventista.adv.br/jornada-bett-nordeste-2025-reflete-sobre-a-fusao-entre-inteligencia-artificial-e-emocional-na-educacao/#respond Wed, 13 Aug 2025 00:03:40 +0000 https://adventista.adv.br/?p=2873 O evento, uma iniciativa itinerante da Bett Brasil — organizadora do maior encontro de inovação e tecnologia educativa da América Latina — reunirá gestores públicos e privados, professores, especialistas e representantes governamentais com o objetivo de repensar o que, como e para quem se ensina, sob a perspectiva de uma aprendizagem regenerativa.

Entre os destaques da programação está a participação do médico-psiquiatra e comunicador Jairo Bouer, que abordará a urgência de integrar saúde mental e competências socioemocionais na escola. Segundo Bouer, o sofrimento entre crianças e adolescentes já é visível — muitos já fazem acompanhamento psicológico ou terapêutico. Ele ressalta que a escola, longe de ser sobrecarga para professores, pode ser um espaço poderoso de diálogo emocional, usando conteúdos pedagógicos como pontes para esse desenvolvimento.

Para Bouer, promover o bem-estar emocional dos estudantes é fundamental para melhorar o desempenho acadêmico. Ele destaca que cognição e emoção estão intrinsecamente ligadas, já que dificuldades emocionais afetam foco, atenção e memória — elementos cruciais para aprender.

A Jornada Bett Nordeste também contará com uma área de exposição dedicada a empresas e startups do setor educacional, apresentando soluções inovadoras adaptadas às necessidades da região. A organização do evento inclui três auditórios simultâneos, mais de 60 palestrantes nacionais e internacionais, e uma programação rica em reflexões sobre tecnologia e desenvolvimento humano.

A Jornada Bett Nordeste não é apenas um encontro, é um chamado à construção coletiva de uma educação mais consciente, tecnológica e emocionalmente sensível — uma nova aprendizagem para futuras gerações.


Fonte: Turismo em Foco – “Jornada Bett Nordeste 2025 discute integração entre inteligência artificial e emocional na educação”

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